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Fullcommerce: quando terceirizar a operação do e-commerce

Fullcommerce é entregar a operação online inteira para uma empresa só. Faz sentido em um momento específico da loja, e não em qualquer um.

Por Caio Bertucci, CEO da Goodds · Atualizado em · 7 min de leitura

Resposta rápida

Fullcommerce é terceirizar a operação do e-commerce inteira, loja, marketplaces e marketing, para uma empresa só, com um gestor responsável. Vale a pena quando a marca já vende, quer crescer em vários canais e montar equipe própria sairia mais caro: só os salários médios de um analista de e-commerce, um de marketing e um designer somam cerca de R$ 12 mil por mês, antes de encargos. Na Goodds, o Fullcommerce começa em R$ 7.997 por mês, com contrato de 6 meses.

O que é fullcommerce

É o modelo em que uma empresa toca a operação digital de outra: cuida da loja virtual, publica e gerencia os produtos nos marketplaces, faz os anúncios e acompanha os números. A marca continua dona do produto, do estoque e da decisão. Quem terceiriza troca várias contratações e fornecedores soltos por um contrato e um responsável.

O nome é usado de jeitos diferentes no mercado. Algumas empresas incluem estoque, logística e atendimento. Outras cuidam só do digital. Antes de comparar preço, pergunte exatamente o que está dentro.

O que costuma incluir

  • Gestão da loja virtual: cadastro, vitrine, promoções, checkout e frete.
  • Marketplaces: anúncios no Mercado Livre, Shopee, Amazon e outros, preço e reputação.
  • Marketing: tráfego pago em Meta, Google e TikTok, com campanha nova todo mês.
  • Relatório com venda por canal e o plano do mês seguinte.
  • Um gestor dedicado que responde por tudo.

O que normalmente fica com a marca: estoque, emissão de nota, expedição (quando não usa o fulfillment do marketplace), atendimento pós-venda e a verba de anúncio, paga direto às plataformas.

Equipe própria x terceirizar: a conta

Para tocar loja, dois marketplaces e anúncio com gente própria, uma equipe enxuta precisa de pelo menos três pessoas. Usando a média salarial nacional do Novo Caged, consolidada pelo Portal Salário em novembro de 2026:

CargoSalário médio CLT no Brasil
Analista de e-commerceR$ 3.203
Analista de marketingR$ 4.965
Designer gráficoR$ 3.889
Total da equipe enxutaR$ 12.057 por mês

Esse total é só o salário base. Ainda entram encargos, 13º, férias, benefícios, ferramentas, computador e o tempo de contratar e treinar. E ainda falta quem coordena. Para um gerente de e-commerce em São Paulo, o guia salarial da Robert Half aponta mediana de R$ 19.450 por mês. Com ele, a folha passa de R$ 31 mil por mês antes dos encargos.

Do outro lado, o Fullcommerce da Goodds começa em R$ 7.997 por mês, com loja, 2 marketplaces, marketing em 3 frentes e gestor dedicado. A comparação não é perfeita: uma equipe interna fica 100% na sua marca e aprende o seu negócio por dentro. Mas, para quem está crescendo, a diferença paga muito anúncio.

Sinais de que é hora de terceirizar

  • O dono passa o dia cadastrando produto e respondendo pergunta de marketplace, e não sobra tempo para comprar, negociar e vender no atacado.
  • A loja vende, mas está parada no mesmo patamar há meses.
  • Você contrata freelancer para cada coisa e ninguém olha o resultado do conjunto.
  • Já tentou contratar analista e a vaga demorou, ou a pessoa saiu e levou o conhecimento junto.
  • Quer abrir marketplace ou TikTok Shop e não tem quem cuide.

Quando NÃO terceirizar

  • A loja ainda não vende. Fullcommerce acelera o que já funciona. Para começar, uma consultoria de estruturação de R$ 2.997 e uma loja bem montada fazem mais sentido.
  • O e-commerce já é o centro da empresa e o faturamento sustenta uma equipe completa. Aí ter gente própria, com uma consultoria de direção ao lado, costuma ser melhor.
  • Você só precisa de uma frente. Se o problema é só anúncio, contrate só a gestão de tráfego, a partir de R$ 2.497 por mês no plano de 6 meses. Veja quanto custa gestão de tráfego.
  • Você não quer dividir a decisão. Terceirizar exige passar acesso, aprovar campanhas e confiar no gestor.

O que perguntar antes de assinar

  1. Quais canais estão incluídos e quantos produtos cabem no contrato?
  2. Quem é o gestor e quantas contas ele atende?
  3. A loja, o domínio e as contas de anúncio ficam no meu nome?
  4. Qual o prazo mínimo e como funciona a saída?
  5. Que relatório recebo e com que frequência?

Se a empresa prometer faturamento, desconfie. Ninguém controla mercado, preço e produto ao mesmo tempo. Mais critérios em Como escolher uma agência de e-commerce.

Onde a Goodds entra

O Fullcommerce da Goodds é para marca que já vende e quer crescer em vários canais sem montar equipe. Custa a partir de R$ 7.997 por mês, com contrato de 6 meses, e inclui loja, 2 marketplaces, marketing em Meta, Google e TikTok e um gestor dedicado. A Goodds trabalha só com e-commerce desde 2010, tem mais de 600 avaliações no Google com nota 5,0 e é parceira oficial da Shopify, da Yampi e do TikTok Shop. O próximo passo é uma conversa para entender canais, catálogo e estoque, e montar a proposta.

A Goodds não é a melhor escolha se você precisa de alguém para estocar e despachar os pedidos: o Fullcommerce da Goodds cuida do digital, e não de armazém.

Perguntas frequentes

Quanto custa o Fullcommerce da Goodds?

A partir de R$ 7.997 por mês, com contrato de 6 meses. Inclui loja, 2 marketplaces, marketing em 3 frentes e gestor dedicado. Detalhes na página do Fullcommerce.

A verba de anúncio está incluída?

Não. A verba é sua e é paga direto ao Google, à Meta e ao TikTok. A Goodds cobra pela gestão.

Fullcommerce inclui estoque e logística?

Na Goodds, não. A operação digital fica com a Goodds; estoque, nota e expedição ficam com a marca ou com o fulfillment do marketplace.

Ainda não vendo online. Por onde começo?

Pela estrutura, e não pelo Fullcommerce. A Consultoria de Estruturação custa R$ 2.997 e define canal, plataforma e investimento antes de você gastar.